NB Tech - Tecnologia na Rádio Núcleo Base - Virus Stuxnet - Cuidado

Você já ouviu falar em Stuxnet ?


E seu eu lhe disser que esse é o vírus mais temido da atualidade? Você ainda acha que um vírus simplesmente rouba informações de computadores? Se sua resposta for sim, você está muito enganado. Saiba porque é importante se proteger desta praga e como fazer, agora aqui ...

No final do mês de setembro de 2010, o Irã confirmou ataque cibernético contra seus sistemas industriais, como a usina nuclear Bushehr. Qual o objetivo? 
Segundo alguns analistas ocidentais, o objetivo era tentar barrar, travar o programa nuclear iraniano. Isso foi confirmado pelo ministro das telecomunicações iraniano, Reza Taghipour. E apenas 4 dias depois, o mesmo aconteceu na China, onde foi atacado o sistema fundamental de indústrias, segundo o jornal South China Morning Post. E 2 dias após, foi anunciado que o ataque foi a indústria da Alemanha, em centrais elétricas, indústrias químicas e plantas de produção industrial segundo o jornal Süddeutsche Zeitung em sua edição na internet. Em países como Estados Unidos, Inglaterra, Austrália, Índia, Indonésia, Paquistão, também foi confirmado que milhares de computadores estão infectados.


Quem foi o culpado? O vírus STUXNET. O Stuxnet é um vírus tipo Trojan, que invade sistemas através de portas USB (conforme percebido nos ataques no Irã) e explora um falha, uma vulnerabilidade no windows, e então começa a se replicar. Acaba por atingir os sistemas de controle da Siemens (SCADA), que são do tipo WinCC. 
O Stuxnet faz uma ponte entre o computador que está infectado e um servidor remoto que recebe informações, pesquisas, projetos, relatórios e ainda pode permitir o acesso remoto as configurações do software. Imaginem só, qualquer um com controle sobre este servidor remoto pode, através do controle do software da Siemens, desligar a energia elétrica, ter controle sobre o abastecimento de água ou quem sabe, ativar uma ogiva nuclear. Impossível? Será possível?


O que se sabe é que esse virus é muito complexo e sofisticado e que começou a ser criado há decadas por técnicos da própria Siemens. Quem o desenvolveu com certeza não foi nenhum hacker domésticos, por causa de sua complexidade e conhecimento dos alvos. Muitos já concordam que deve haver financiamento de governos por trás. Alguns governos já disseram que estão se preparando para enfrentar uma nova ameaça, a GUERRA CIBERNÉTICA, como nunca visto antes. 
Se foi financiado por algum governo, afinal atacou instalações nucleares e há essa probabilidade, além de guerra temos o novo TERRORISMO Cibernético. Imaginem só, os computadores, inclusive os pessoais como o meu e o seu, podem representar neste cenário, homens-bomba ou transportadores de armas, levando e trazendo-as para os outros através da infecção do Stuxnet.


Nos anos 90 os hackers e crackers em sua maioria, invadiam os computadores domésticos, roubando informações. Nos anos 2000 a coisa ficou mais complicada, quando estes atacavam instituições, alteravam dados e roubavam de bancos, tiravam e desviavam dinheiro de contas. Mas agora o objetivo é terrorismo através de ataques. 


Como podemos nos proteger disso?  A empresa bitdefender disponibilizou uma vacina gratuita para este virus. Clique aqui e baixe, descompacte e execute. Selecione a opção Full System Scan e rode. Assim será verificado todo o seu computador e todos os arquivos. Faça isso !!! Não espere ficar infectado e tenha sempre seu anti-virus atualizado. O mesmo serve para o windows. Alguns preferem desabilitar a atualização automática no windows, então entre em windows update e execute as atualizações. Faça sua parte.


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e-mail e msn:  suporte.creative@gmail.com  
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METAL - Rolo Compressor - Evoluir é retroceder ? por Pedro Humangous

Coluna Rolo Compressor

"Evoluir é Retroceder ?"

Todos sabemos que quando se trata de fãs de Heavy Metal, estamos lidando geralmente com pessoas apaixonadas pela música pesada e extremamente dedicados às bandas que mais gostam. Normalmente temos a tendência de gostarmos de certo estilo e odiarmos o restante. Dificilmente um headbanger admite “frescuras” e modernidades agregadas ao som violento e rápido como o metal deveria ser. Será mesmo? 

O que temos visto ultimamente é uma avalanche de bandas novas, arriscando mudar drasticamente o metal, sendo ele cada vez mais híbrido, uma mistura de tudo, formando uma nova legião de seguidores, assim como uma de odiadores. Fãs mais fervorosos acreditam que o verdadeiro metal é aquele praticado pelas bandas clássicas, e nada irá superá-las e tudo que vem depois é simplesmente lixo. Outros com a mente um pouco mais aberta, com certeza sabem o valor que essas bandas tiveram e ainda tem para a cena, porém, acreditam que a evolução é necessária para que a música continue interessante, com algo ainda a oferecer. 
Um exemplo recente disso é o novo álbum do Iron Maiden, o The Final Frontier. Quem os acompanha desde os anos 80 torceu o nariz com vontade para esse novo direcionamento tomado pela banda. Já para muitos outros, esse é um disco excelente. Quem está certo afinal? Creio que ninguém e todos ao mesmo tempo. Gosto é gosto, e o principal é saber respeitar. 
A questão aqui é: a evolução é bem aceita ou não? 
Kiko Loureiro, por exemplo, lançou um tempo atrás um disco solo chamado Universo Inverso que misturava suas influencias de música brasileira, jazz, samba e rock. Novamente, um divisor de opiniões. 
Minha banda favorita, o Opeth, é mestre nisso; consegue aliar o peso extremo do Death Metal com passagens extremamente belas no violão, vocais limpos e guturais caminhando lado a lado fazendo uma transição perfeita entre eles. Muita gente ama, muita gente odeia. 
O tal do Nu Metal também veio, fez barulho e trouxe grandes bandas como o Slipknot e o Disturbed, por exemplo.
 O Metalcore é outro estilo que apareceu recentemente, misturando o Metal com o Hardcore e que também fez bastante sucesso, principalmente nos Estados Unidos.
A onda do momento é o Deathcore. Confesso que o som me agrada bastante, mas o visual dos integrantes das bandas é que incomoda um pouco. Não condiz com o som que apresentam. Uma sonoridade tão brutal e técnica, tocada por garotos de franjinha e camisas pólo xadrez?
Tatuagens até o pescoço literalmente e óculos de grau? É como se a banda Restart resolvesse fazer um som pesado e extremo. Meio estranho, mas acho que isso é mais uma das evoluções sofridas com o tempo. Vale lembrar que evolução não significa progresso. Pode-se evoluir algo para melhor como para pior. Não estou aqui para julgar ninguém, nem dizer o que é certo ou errado, apenas mostrar uma questão para pensarmos e analisarmos o som que tanto amamos e enxergar o que ele foi, o que é, e o que poderá ser em breve. Continuo confiante. Vida longa ao Heavy Metal!
 
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